. "A Viela da Duquesa" Pros...
. "A Honra do Silêncio" Pro...
. "Por dentro das guerras" ...
. "A Ilha das Trevas" Prosa...
. "A viagem" Prosa - Autore...
. "Este livro que vos deixo...
. "Fica a convicção que se ...
Sveva Casati Modignani é um dos nomes mais populares da actual ficção italiana, tendo já publicado catorze romances, que venderam cerca de dez milhões de exemplares e que deram origem a alguns filmes e séries televisivas de sucesso.
No catálogo da ASA estão também publicados, com enorme sucesso, os seus romances Baunilha e Chocolate, A Siciliana, Qualquer Coisa de Bom, Desesperadamente Giulia, 6 de Abril ‘96, Uma Chuva de Diamantes, A COR DA PAIXÃO

Um princesa e uma rapariga que mora nas vielas pobres da Itália escondida conhecem-se e passam a ter o seu destino ligado.
Tendo como pano de fundo as duas guerras mundiais, a ditadura fascista e ainda a dura reconstrução onde pontuam as lutas sociais e as reivindicações dos direitos das mulheres, Sveva retrata o século XX a partir de personagens femininas marcadas por tragédias e paixões.
MODIGNANI, Sveva Casati (2001) A Viela da Duquesa, ASA, Abril de 2003
Site oficial da autora em:
http://www.svevacasatimodignani.ws/
Também de Danielle Steel.

Uma estória emocionante sobre os acontecimentos trágicos de Hiroshima e Pearl Harbour.
Esta estória mostra-nos uma cultura bem diferente da Ocidental, o Japão antigo e os novos ideiais nipónicos que se misturam com os do resto do mundo.
Tendo como fundo uma bela estória de amor, mostra-nos como os japoneses foram tratados na Améria após o ataque de Pearl Harbour, as dificuldades por que passaram e tudo o que foram obrigados a deixar. Mesmo aqueles que já tinham nascido em solo americano e que nunca tinham conhecido outra terra.
Steel mostra ainda como ideiais fortes podem alterar-se em momentos trágicos e a força de uma familia que teima em ser feliz mesmo quando tudo se desmorona à sua volta.
STEEL, Danielle (1996), A Honra do Silêncio, Circulo de Leitores, Março de 2003
Mário Rui Gonçalves de Carvalho nasceu na ilha de Santa Maria, Açores, a 23 de Março de 1950. Em 30 aos de intensa actividade profissional ao serviço de uma das maiores cadeias televisivas dos EUA, a CBS News, Mário de Carvalho tornou-se num dos mais estimados e experimentados repórteres de Televisão do mundo inteiro.

Luís Costa nasceu a 8 de Outubro de 1963 e é jornalista profissional desde 1984, tendo trabalhado em agências de informação, jornais, rádio e televisão.
No primeiro capítulo assinado por Adelino Gomes, este jornalista refere:
"Sustento há anos que não há, no nosso país, repórteres de guerra. O repórter português foi e é ainda hoje um enviado esporádico ao campo de batalha, a alguns campos de batalha. Alguém que, por via da regra, parte com a data de regresso já marcada no bilhete, que assim fica mais barato para a empresa. (...)
Vai ser inesquecível ler este livro para podermos seguir no banco da frente do HUmvee, que o operador comprou por 35 mil dólares em segunda mão, integrados na imensa coluna da 3.ª Divisão do Exército dos EUA que partiu do Kuwait e penetrou no Aeroporto de Bagdade 14 dias e vários mortos depois, dois deles amigos e companheiros do repórter português.
Vai ser bom ler este livro para percebermos que 30 anos a comer rações de combate não embotaram a sensibilidade deste repórter de todoas as guerras, revoluções, contra-revoluções e golpes de Estado, deste "globe-trotter" das rotas da droga e das grandes catástrofes naturais que nunca mais esqueceu aquela imagem por si filmada do soldado quefez parar uma coluna inteira para dar de comer a uma refugiada de cinco ou seis anos postada à beira da estrada, porca, suja, cheia de fome."
CARVALHO, Mário de e COSTA, Luís (2003) Por dentro das guerras, 5.ª Ed., Prime Books
Um relato na primeira pessoa de um repórter de imagem cujo trabalho é seguir os vários conflitos nos mais variados locais do mundo. Ensina-nos o que é ser repórter de guerra e ensina-nos um pouco mais sobre os conflitos pelos quais passou e sobre aqueles que a eles não sobreviveram. São "30 anos de reportagens nos quatro cantos do mundo".
José Rodrigues dos Santos (1964) é um jornalista e escritor português nascido em Moçambique.

Natural de Beira, mudou-se ainda bebé para a cidade de Tete, convivendo com a Guerra Colonial. Tal como a esmagadora maioria dos portugueses, alguns dos seus antepassados estiveram envolvidos na Primeira Guerra Mundial, na Flandres e na Guerra Colonial em África, sendo que o seu segundo romance, intitulado A Filha do Capitão é assumido como um tributo que lhes é prestado.
José Rodrigues dos Santos é sobretudo conhecido como jornalista. Começou a trabalhar em 1980, na Rádio Macau. Trabalhou na BBC, em Londres, entre 1987 e 1990, e seguiu para a RTP, onde começou a apresentar o noticiário 24 Horas. Em 1991 passou para a apresentação do diário Telejornal e tornou-se colaborador permanente da CNN de 1993 a 2002.
Doutorado em Ciências da Comunicação, com uma tese sobre reportagem de guerra, é professor da Universidade Nova de Lisboa e jornalista da RTP, ocupando por duas vezes o cargo de Director de Informação da televisão pública portuguesa. É um dos premiados jornalistas portugueses, tendo sido galardoado com o Prémio Ensaio, em 1986, e o Grande Prémio de Jornalismo, em 1994, ambos atribuídos pelo Clube Português de Imprensa. Internacionalmente, venceu três prémios da CNN: o Best News Breaking Story of the Year, em 1994, pela história “Huambo Battle”; o Best News Story of the Year for the Sunday, em 1998, pela reportagem “Albania Bunkers”; e o Contributor Achievement Award, em 2000, pelo conjunto do seu trabalho.
fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_R
Já publicou quatro ensaios e quatro romances, sendo o mais recente intitulado "A Fórmula de Deus".
"A ilha das Trevas" é o primeiro e o menos conhecido dos seus trabalhos na área da ficção.
Antes do ínicio da estória propriamente dita, o autor e a editora deixam uma ressalva que pode bem explicar o quorum deste livro:
"A presente obra retrata a história de Timor-Leste no período compreendido entre 1975 e a actualidade.
Todos os factos e figuras apresentados visam exclusivamente ilustrar a situação do povo timorense e os esforços envidados no longo caminho para a sua autodeterminação, sem nenhuma intenção que não seja a de contar, pela ficção, a verdade, e sem pretender ofender a honra e consideração dos envolvidos neste processo."
Partindo da vida de uma familia timorense, José Rodrigues dos Santos conta-nos parte de uma história ainda bastante desconhecida.
SANTOS, José Rodrigues dos (2003), A Ilha das Trevas, Círculo de Leitores
Danielle Fernande Dominique Schuelein-Steel (nascida a 14 de Agosto de 1947 em Nova Iorque), mais conhecida como Danielle Steel é uma das autoras recordistas de vendas nos Estados Unidos.

Conhecida essencialmente pelos seus romances dramáticos, Steel já vendeu mais de 530 milhões de cópias dos seus livros. Alguns dos seus romances permaneceram na lista dos mais vendidos do New York Times por mais de 390 semanas consecutivas e vinte e um foram adaptados para televisão.
Família, crianças e jovens são o foco central da sua vida e da sua paixão, e ela mostra-o frequentemente nos seus livros. Steel escreve sobre os temas mais delicados da vida, o que toca muita gente e torna os seus livros universais. A autora é fascinada pelas situações de pressão, como afectam a vida de cada um, como se lida com elas e como transformam a vida do ser humano e o próprio ser humano.
Os seus romances trabalham temas como rapto, incesto, problemas mentais, suícidio, divórcio, morte, adopção, perda, casamento, cancro, guerra, entre outros.
Fontes: http://en.wikipedia.org/wiki/Danielle_St
O site oficial da autora em: http://www.randomhouse.com/features/stee

“A Viagem” é uma história que lida com a violência psicológica e as dificuldades da vítima em admitir e conseguir fugir dela. Tanto mais quando o carrasco é alguém que está tão perto, tem uma imagem poderosa e fez tanto (?) pela vítima…
Ficam alguns excertos:
“Agora era uma estrela. Vivia uma vida de conto de fadas. Era conhecida, respeitada, adorada em todo o país. E Jack tratava-a como uma princesa.”
“Agora era uma mulher do mundo, consideravelmente sofisticada e muitíssimo requintada. Como Jack gostava de acentuar, uma criação inteiramente dele.”
“E após um breve período em que se lamentara pelas crianças que nunca teria, Maddy fizera, por insistência de Jack, uma laqueação de trompas.”
“O marido adorava tudo nela, sabia tudo o que ela fazia, gostava de estar a par do sitio em que se encontrava a cada momento do dia e como se sentia.”
“Ela não tinha muitos amigos em Washington, nunca tivera tempo para os fazer e, daqueles que fizera, Jack nunca gostara e acabara por pressioná-la para que não se desse com eles.”
“Estava cuidadosamente protegida mas bastante isolada.”
“Como outras mulheres na sua situação, achava que de certo modo a culpa era sua e também ela guardava ferozmente o seu segredo.”
Será que esta mulher, como tantas outras, vai conseguir fugir deste pesadelo?
STEEL, Danielle (2000), A Viagem, Circulo de Leitores, Abril de 2004
Os maus-tratos psicológicos em Portugal no 1º semestre de 2006 já ultrapassam a violência física.
Quer seja violência física ou psicológica, violência é violência e ninguém merece passar por isso.
Não se esqueça que há alternativas e uma delas é a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV). Não é vergonha nenhuma recorrer a esta instituição…você merece muito melhor!
Tipos de violência e estatisticas.
Se tem dúvidas, consulte este link:
Como não podia deixar de ser, já que o nome deste blog remete para o seu livro, é com o poeta português António Aleixo e o 1.º volume do seu livro "Este livro que vos deixo..." que vamos iniciar a nossa viagem no mundo dos livros.

António Fernandes Aleixo (Vila Real de Santo António, 18 de Fevereiro de 1899 — Loulé, 16 de Novembro de 1949) foi um dos poetas populares algarvios de maior relevo, famoso pela sua ironia e pela crítica social sempre presente em seus versos. Também é recordado por ter sido simples, humilde e semi-analfabeto, e ainda assim ter deixado como legado uma obra poética singular no panorama literário português da primeira metade do século XX.
No emaranhado de uma vida recheada de pobreza, mudanças de emprego, imigração, tragédias familiares e doenças, na sua figura de homem humilde e simples, havia o perfil de uma personalidade rica, vincada e conhecedora das diversas realidades da cultura e sociedade do seu tempo. Do seu percurso de vida fazem parte profissões como tecelão, guarda de polícia, servente de pedreiro, trabalho este, que emigrado, também exerceu em França.
De regresso ao seu país natal, restabeleceu-se novamente em Loulé, onde passou a vender cautelas e a cantar as suas produções pelas feiras portuguesas, actividades que se juntaram às suas muitas profissões e que lhe renderia a alcunha de "poeta-cauteleiro". Faleceu por conta de uma tuberculose, em 16 de Novembro de 1949, doença que tempos antes havia também vitimado uma de suas filhas.
Deixo-vos algumas quadras de Aleixo:
"Quando não tenhas à mão
outro livro mais distinto,
lê estes versos que são
filhos das mágoas que sinto."
"Após um dia tristonho,
de mágoas e agonias
vem outro alegre e risonho:
são assim todos os dias."
"Tu és fonte de água clara
que deixa ver a nascente,
porque me mostras, na cara,
o que o teu coração sente."
"Os meus versos o que são?
Devem ser, se os não confundo,
pedaços do coração
que deixo cá neste mundo."
ALEIXO, António (1969), Este livro que vos deixo..., 1.º vol., 5.ª Ed., Loulé, 1979
Fundação António Aleixo
http://www.fundacao-antonio-aleixo.pt/
diz José Carlos Abrantes na sua crónica postada dia 19 de Dezembro de 2006, em http://osmediaenos.blogspot.com/.
Pois é, realmente cada vez mais me apercebo disso.
Quem, como eu, adora ler sabe muito bem que somos assaltados por "todos os lados" com várias capas de livros que nos saltam à vista. A sinopse aguça-nos o apetite e o nome do autor às vezes ajuda a decidir. Outras nem por isso, a estória parece interessante e isso basta se houver dinheiro suficiente para poder levar uma reliquia dessas para casa.
Sim, para mim os livros são uma reliquia. Tenho muitos livros e muitos mais teria se não fossem os constrangimentos económicos e de espaço! Já não tenho onde os meter e por isso tenho de refrear o meu apetite de comprar mais...mas de vez em quando lá tem de ser...
Um dia perguntaram-me se já tinha lido todos os livros que tenho no meu quarto...Não, não li. E certamente nunca irei ler. Mas gosto de os ter ali.
Sempre fui uma pessoa que lê a toda a hora e quando começa a ler tem de acabar o livro. Vários livros por semana ou, pelo menos, por mês eram o cardápio obrigatório para me sentir bem mas a entrada na faculdade e a enorme quantidade de bibliografia relativa às disciplinas fez-me perder a vontade de ler outros livros. Descobri boas ideias e bons autores nos livros relativos às cadeiras...mas faltavam-me os outros. Andava um pouco triste e sem vontade de ler, achava que tinha perdido o gosto à leitura...
Mas este ano está a ser diferente...tenho mais cadeiras práticas do que teóricas e a bibliografia obrigatória é mais curta (ou sou eu que já não tenha paciência para ela e encurtei -a)...
Redescobri o gosto de folhear um livro que nada tem a ver com a faculdade, o prazer de ter um livro à cabeceira com a certeza de que não vai estar ali meses como acontecia nos últimos tempos.
E quanto mais leio, mais vontade tenho de ler...de partir à descoberta e aprender coisas novas.
Não tenho tempo de ler tudo o que gostaria de ler... mas lá vou tentando deixar cada vez menos livros para trás. ;)